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Infinitos os recantos
Infinitos são os cantos
Infinitos, mas nem tantos,
Os quebrantos que amarguei
Choro o pranto da saudade
Ausência tua, calamidade
Dependência e vaidade
O amor que eu conquistei
O cedro do olho teu
Mira o verde que há no meu
E meu peito já cedeu
O coração que eu te entreguei
Tua mão segura a minha
A certeza que eu já tinha
Ainda eu a menininha
Já te amava, eu bem sei...

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